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" Dai-me, Senhor, a perseverança das ondas do mar, que fazem de cada recuo um ponto de partida, para um novo avanço"Gabriela Mistral, poetisa

Terça-feira, 27 de Abril de 2010

A MINHA MÃE

ESTE TEXTO FOI ESCRITO EM 7 DE MAIO DE 2000

 

A minha Mãe é gorduchinha, e baixa, faz-me lembrar uma fada madrinha dos livros de histórias tradicionais.

Tem um olhar meigo e conseliador, a pele da sua face é macia, (eu sei, porque sinto quando lhe dou um beijo).

As mãos são pequeninas macias, mas no entanto trabalharam toda a vida, cozinharam, lavaram, coseram, ah! aquela baínha que se descoseu derepente, mas principalmente deram carinho aos filhos, aos netos e quem sabe qualquer dia aos bisnetos...

A minha mãe tem o cabelo encaracolado, como as ondas do mar, quando desenrolam na areia, e já têm uns fios cor de prata, como a espuma que desaparece.

Como me lembro, dos dias em que eu ainda pequenina, íamos comer a merenda no campo, e corríamos por ele cheio de flores amarelas, livres e cheias de alegria, eu e a minha irmã.

Essa alegria sentimos agora nos nossos filhos, pois sou Mãe, Mãezinha.

Um grande beijo da filha, que te ama...

 

Hoje dia 27 de Abril de 2010, e depois de teres tratado também de alguns dos bisnetos, quero deixar-te para além das palavras estas flores.

 

publicado por miilay às 10:30
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