miilay

" Dai-me, Senhor, a perseverança das ondas do mar, que fazem de cada recuo um ponto de partida, para um novo avanço"Gabriela Mistral, poetisa

Quinta-feira, 09 de Abril de 2015

As árvores de fruto

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A macieira a florir.

 

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 A cerejeira já está toda vaidosa,está toda florida!

 

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A flor da pereira, com todo o seu esplendor.

publicado por miilay às 15:06
Quarta-feira, 08 de Abril de 2015

A minha Alegria!

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Há dias inesquecíveis na companhia dos meus netos ,e este foi um desses. Foi no almoço de sábado,quando estávamos todos juntos que estas crianças nos fazem pensar como é bom viver e estar ao lado deles com todas as tropelias e frases que eles nos dizem. Eu às vezes sou pior que eles.  Então ,este sábado levei  uma daquelas sacas de ir ao super mercado para a relva, e aí dei-lhes os ovos da Páscoa e um coelhinho, com um envelope, que continha euros.

Foi muito bom ver a alegria deles e os projectos que eles têm para aqueles euros. O meu Menino quer juntar para comprar o jogo Fifa 15. Sei que ele queria era ver logo ali o jogo, mas eles têm que perceber que custa muito dinheiro, e depois de conseguir o jogo dar-lhe valor.Quantas vezes, lhes damos o tal brinquedo que tanto desejam,mas passado um ou dois dias já passou a graça.

Temos,penso eu, de estar atentos a este consumismo de usar e deitar fora.

No entanto ficaram ,alegres e continuaram a cantar e andar de balouço. 

publicado por miilay às 17:26
Segunda-feira, 06 de Abril de 2015

Poema

 

 

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A arte de ser feliz


Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais

Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

Cecília Meireles

 

publicado por miilay às 17:34
Domingo, 05 de Abril de 2015

O compasso Pascal

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Hoje foi assim, mas quando oiço a campainha do compasso, lembro-me sempre deste poema da "Procissão"

 

Aqui fica. 

 

Tocam os sinos da torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passando a procissão.

 

Mesmo na frente, marchando a compasso,
De fardas novas, vem o solidó.
Quando o regente lhe acena com o braço,
Logo o trombone faz popó, popó.

Olha os bombeiros, tão bem alinhados!
Que se houver fogo vai tudo num fole.
Trazem ao ombro brilhantes machados,
E os capacetes rebrilham ao sol.

Tocam os sinos na torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passando a procissão.

Olha os irmãos da nossa confraria!
Muito solenes nas opas vermelhas!
Ninguém supôs que nesta aldeia havia
Tantos bigodes e tais sobrancelhas!

Ai, que bonitos que vão os anjinhos!
Com que cuidado os vestiram em casa!
Um deles leva a coroa de espinhos.
E o mais pequeno perdeu uma asa!

Tocam os sinos na torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passando a procissão.

Pelas janelas, as mães e as filhas,
As colchas ricas, formando troféu.
E os lindos rostos, por trás das mantilhas,
Parecem anjos que vieram do Céu!

Com o calor, o Prior aflito.
E o povo ajoelha ao passar o andor.
Não há na aldeia nada mais bonito
Que estes passeios de Nosso Senhor!

Tocam os sinos na torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Já passou a procissão.

 Letra de:António Lopes Ribeiro

Declamado: João Villaret

 

publicado por miilay às 19:11
Sábado, 04 de Abril de 2015

São flores!

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publicado por miilay às 21:55
Quinta-feira, 02 de Abril de 2015

Eu chamo-lhes "Flores da Páscoa"

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 Com estas flores que adoro, a todos que por aqui passam desejo uma PÁSCOA FELIZ.

publicado por miilay às 15:40

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