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" Dai-me, Senhor, a perseverança das ondas do mar, que fazem de cada recuo um ponto de partida, para um novo avanço"Gabriela Mistral, poetisa

Sexta-feira, 30 de Abril de 2010

Dia das Maias

 

  Hoje vou escrever sobre , uma tradição da minha terra, e penso que existirá em muitas outras localidades, e que é posta em prática na noite de 29 de Abril para 1 de Maio da seguinte forma: As pessoas colocam ramos de giestas floridas,  nas portas e janelas das suas casas, para que ali não entrem nem  fome nem a doença; o mesmo fazem nos currais do gado para que a peste não chegue e até há em coloque nos automóveis.

Mas, existem pessoas que com uma dedicação extrema e habilidade fazem umas coroas de flores autênticas , e outras de flores em papel de seda, e as pendurem nas suas portas. No dia seguinte há a curiosidade de ver qual a mais vistosa.

   É uma tradição que existe, há muitos e muitos séculos, e eu desde pequena lembro- me de colocar com os meus pais os ramos de giesta.

Por tudo isto, daqui a pouco vou à procura das giestas para colocar nas minhas portas.

 

(Depois tiro uma foto e mostro como é.)

 

 

 

 

 

 

Aqui está a foto.

 

 

publicado por miilay às 16:12
Quinta-feira, 29 de Abril de 2010

DIA MUNDIAL DA DANÇA

DIA MUNDIAL DA DANÇA

 

A dança na minha opinião é uma das formas mais criativas, da expressão corporal.

Ela contém sentimentos como : alegria, paixão, sensualidade...

É a execução do sentir da alma, da música que se ouve.

Eu não sei dançar, mas aprecio todos, os que dão vida, movimento e acção aos sons escutados.

Desde as danças tradicionais de cada povo, como: o folclore, a valsa, ao som da música de Strauss, de Viena de Áustria,

o tango da Argentina, samba do Brasil, salsa, bolero, rumba ,( ritmos Cubanos), até ao swing da América, aos ritmos Africanos,

São formas de expressão que nos levam aos mais longínquos países, como a diferentes estados de alma.

 

publicado por miilay às 14:25
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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

OBRIGADO !

HOJE VOU ESCREVER UM TEXTO DE PAM BROWN, E SINTO AS PALAVRAS COMO SE FOSSEM MINHAS.

 

PARA UMA MÃE MUITO ESPECIAL

 

 

Obrigado por me teres abastecido de poemas

 

e melodias que me chegam para toda a vida.

 

 

Obrigado por me teres mostrado o pôr do sol

 

pela primeira vez.E por teres andado comigo à chuva.

 

E a pisar a areia molhada da praia no Inverno.

 

Obrigado por me teres deixado trazer para casa pedaços de rocha,

 

conchas e ramos caídos. Obrigado por teres acolhido as minhas rãs.

 

Obrigado pela excitação de sentir a vida.

 

 

Obrigado por me dizeres sempre: « Tenta!

 

Trabalha! e se não fores capaz, concentra-te noutra coisa.»

 

 Isso poupou-me muita angústia.

 

Obrigado por nunca me dizeres «Eu bem te disse».

 

 Bem...Pelo menos muitas vezes.

 

Obrigado por estares sempre presente.

 

Sem te intrometeres. Sem exigires nada.

 

               Apenas presente.

 

Sempre disponível para dar um conselho sobre

 

 a tosse, a ortografia, bons livros, nódoas,

 

Mozart, presentes para os amigos, como utilizar

 

uma biblioteca, palavras cruzadas.

 

              Etc.

 

De malas feitas e pronta para vir se necessário.

 

              Imediatamente.

 

       Um ombro para chorar. 

 

    Alguém a quem contar as novidades.

 

    Alguém para se rir do que é divertido.

 

Alguém com uma reserva inesgotável de amor.

 

     Seja o que for que eu tenha feito.

 

             Sempre.

 

Vou deixar também uma rosa para todas as Mães. (foto do meu jardim)

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por miilay às 14:33
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Terça-feira, 27 de Abril de 2010

A MINHA MÃE

ESTE TEXTO FOI ESCRITO EM 7 DE MAIO DE 2000

 

A minha Mãe é gorduchinha, e baixa, faz-me lembrar uma fada madrinha dos livros de histórias tradicionais.

Tem um olhar meigo e conseliador, a pele da sua face é macia, (eu sei, porque sinto quando lhe dou um beijo).

As mãos são pequeninas macias, mas no entanto trabalharam toda a vida, cozinharam, lavaram, coseram, ah! aquela baínha que se descoseu derepente, mas principalmente deram carinho aos filhos, aos netos e quem sabe qualquer dia aos bisnetos...

A minha mãe tem o cabelo encaracolado, como as ondas do mar, quando desenrolam na areia, e já têm uns fios cor de prata, como a espuma que desaparece.

Como me lembro, dos dias em que eu ainda pequenina, íamos comer a merenda no campo, e corríamos por ele cheio de flores amarelas, livres e cheias de alegria, eu e a minha irmã.

Essa alegria sentimos agora nos nossos filhos, pois sou Mãe, Mãezinha.

Um grande beijo da filha, que te ama...

 

Hoje dia 27 de Abril de 2010, e depois de teres tratado também de alguns dos bisnetos, quero deixar-te para além das palavras estas flores.

 

publicado por miilay às 10:30
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Domingo, 25 de Abril de 2010

O PINHEIRO DO MEU JARDIM

 

 

Hoje, dia 24 de Abril, tive que tomar uma decisão importante, nada fácil, mas que teria que ser tomada.

Deitar abaixo o pinheiro do meu jardim. Ele era imponente, lindo, maravilhoso, com os seus ramos verdes, que continham pinhas pequenas, lindas cobiçadas por quantos as viam.

Fez parte da paisagem do meu jardim, vários anos, engalanava a entrada do portão, mas, cresceu, cresceu, ultrapassava os fios de electricidade, e estava no extremo, muito junto à estrada.

Então nestes últimos tempos, com o mau tempo, com o vento forte, ele, não oferecia segurança, tanto para o trânsito, como para os postes de electricidade.

Assim, com responsabilidade, tomei (tomámos) a decisão de nos despedirmos dele.

Com a ajuda de uma corda, uma escada altíssima, um serrote e uma moto-serra, ele caiu, ao chão.

Primeiro gemeu, como quem está com dores, depois mais um puxão e ele lentamente tomba no chão.

Eu, observava, todo aquele trabalho e as emoções eram conflituosas, por um lado preocupada com as pessoas que o faziam, podiam sofrer algum acidente, e por outro, aquele pinheiro foi uma preciosidade deste jardim.

Foi casa dos passarinhos, das rolas, companheiro doutras plantas, e agora, está ali retalhado, as pinhas espalham-se por toda a área envolvente...

Os automóveis continuam a transitar, como nada se passasse. Tudo continua com o seu ritmo habitual. Mas aquele espaço já não é o mesmo, ficou mais vazio, os seus troncos parecem chorar, com a resina a escorrer em forma de lágrimas.

Medito em tudo isto, enquanto com esforço, puxo os troncos dali  e vou arrumá - los, onde vão ser cortados, em pequenos toros, que irão ter outra utilidade.

Aquecer-nos nas noites frias do Inverno, e aí! Eu lembrar-me-ei que esta madeira, cresceu no meu jardim, que aquece novamente, sim!

De outra forma, agora com a cor refulgente do fogo, depois de ter sido verdejante. De ter sido utilizado em belos arranjos natalícios, com os seus ramos verdes, como com as suas pinhas preporinadas.

Pinheiro da minha saudade, tiveste uma vida feliz, e continuarás a ser uma bela recordação.

Para mim que decidi tantas vezes, ficar a observar-te da janela, não te vejo mais!

publicado por miilay às 00:58
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Sábado, 24 de Abril de 2010

DIA MUNDIAL DO LIVRO - 23 de Abril

Eu que gosto tanto de ler, não podia deixar passar esta data em vão.

O livro é algo que não é substituível, por outro meio de comunicação.

Há o prazer de o manusear, de lhe sentir o cheiro, este sentido, faz-me recuar à minha infância. Quando íamos para um novo ano escolar, aqueles livros! quando se abriam tinham cheiro a novo, a expectativa, do que eles continham...

Na minha vida, até hoje passaram muitos , muitos livros devido à minha profissão, pois fui professora.

Livros de conteúdos escolares, e tantos outros, que lia para ir reciclando o meu conhecimento.

Depois veio  a reforma e então, aí, comecei a ler outras temáticas, (como já antes fazia, mas com menos frequência).

Então agora tenho lido grandes romances, um que eu gostei imenso  e recomendo é: " Mil Sóis Resplandescentes- de Khaled Hosseini".

Agora ando a ler " A Insustentável Leveza do Ser - de Milan Kundera".

O livro fica, sublinha-se, volta-se a ler, leva-nos a viajar, a sentir emoções: chorar, rir, a sentir medo, angústia, paixão....

O livro dá-nos a conhecer o passado, desde os escritos em papiro ou sei lá ,às gravuras rupestres...

O livro é um AMIGO.

 

 

publicado por miilay às 18:45
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Sexta-feira, 23 de Abril de 2010

A BELEZA DAS FLORES

 

 

Já viram que dálias tão perfeitas? Foram fotogafadas por mim no Buçaco, nos seus belos jardins, espaço frondoso e verdejante.

São lindas, é a Natureza a brindar-nos com a sua beleza! Útimamente a Natureza tem vindo a mostrar-nos também  o seu mau humor, pois o homem tem contribuído para isso, com a poluição atmosférica.

TODOS temos que ser mais cuidadosos com a TERRA; Mas hoje quero que observem com cuidado a perfeição destas flores.

Os meus olhos ficam maravilhados quando as observo. Ah! mais uma coisa observar é diferente de ver...

publicado por miilay às 10:40
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